melhor notícia do fim de semana:
dica do pase.
agora é só escolher o destino e curtir a deliciosa espera pela terceira ida ao show do mestre ![]()
melhor notícia do fim de semana:
dica do pase.
agora é só escolher o destino e curtir a deliciosa espera pela terceira ida ao show do mestre ![]()
Categorias: música
Tagged: música, satriani
tem gente que não é ligado em música e gente que até não gosta. e isso é fato, que me deixa perplexa. eu, como já disse várias vezes, não vivo sem música, tanto que aprendi a ler e estudar com e quando o som não está ligado tenho a sensação de que algo está errado. e quem não vive sem música, como eu, sabe bem do que eu estou falando.
os estilos são vários e assim, cada um curte a vida ao som do que bem entende e gosta (se bem que eu acho bem estranho alguém ter boas sensações ao som de axé, pagode e forró, mas, como dizem por aí, gosto é que nem … cada um tem o seu :P). no meu caso o instrumental sempre me impressionou mais. o piano me chamou a atenção desde muito pequena, talvez por adorar ir à casa da minha vó e ver ela tocar enlouquecidamente as sinfonias que eu ouvia nos vinis do meu pai. aí, quando fui apresentada ao ídolomordetodosostemposever Satriani, a minha vida mudou (que nem comercial de shampoo hehehe).
eu passo dias, às vezes até meses sem escutar uma música sequer dele, mas é só colocar umazinha que eu percebo o quanto é possível se emocionar com música. e música tem momento, música marca época, música lembra pessoas, lugares, mas o Satriani pra mim é atemporal, apessoal, aqualquercoisa. ele tem me acompanhado desde os 13 anos, e com exceção de uma ou duas músicas, posso dizer que a discografia do cara é limpa, sem marcas, sem traços. isso é bom? ruim? pode ser ruim se você não quer mais lembrar de um tempo, de alguém, de uma fase… mas é muito bom pelo simples fato de que qualquer música dele se encaixa perfeitamente em qualquer momento da minha vida. não tenho medo de colocar um cd dele e me sentir mal, como tenho com um cd do Roxette que eu escutava quando tinha uns 12 anos e passava mal porque lembrava do filme O Exorcista (não perguntem a relação).
hoje acordei pensando em Satriani, coloquei um cd pra me arrumar antes de sair e já bati a porta de casa pensando em acessar o site quando voltasse pra ver as novidades. chegando em casa tarde da noite…
o nome do cd já fez meus olhos brilharem na frente do computador:
Professor Satchafunkilus and the Musterion of Rock
como não gostar? a eleita melhormúsicamorthebestever do cd foi come on baby. melosa, ao contrário de hands up in the air, que me fez literalmente desmaiar no primeiro show dele que fui (não foi de tietagem, foi de calor mesmo) , mas perfeita e que, como diz o amigo Peter, que me apresentou o mestreídolomordetodosostemposever, “é daquelas que toca o cara” hehehe.
e é isso, a música me toca. algumas delas, claro. e se eu acreditasse em religião ou forças superiores eu juro que ajoelharia pra agradecer pela música existir. mas eu prefiro acreditar que isso foi, é e ainda vai ser obra de gênios. meu gênio? meu ídolo… Professor Satchafunkilus hehehe
meu iPod agradece ![]()
Categorias: Uncategorized
Tagged: joe satriani, música
desde pequena convivi com música em casa. meu pai é louco por música erudita/clássica (tem uma coleção invejável de, acredito que, quase 1000 cds/vinis/cassetes) e além de escutar em casa sempre tinha trocentas fitas (hoje cds) no carro. minha ida pro colégio era sempre ao som de Dvorak, Mozart, Beethoven, Bach, Tchaikovsky e outros mais. ele ia regendo de casa até o colégio e eu escorregando pra baixo no banco morrendo de vergonha das pessoas na rua que deviam achar ele um louco balançando as mãos dentro do carro. mas eu gostava, e em casa sempre pedia pra ele colocar o vinil do Lago dos Cisnes. quando pequena também, eu fazia ballet e nas aulas lá estava eu de novo escutando esses caras todos. e eu tinha certeza que era só chegar em casa, assobiar a melodia da música que seria da coreografia de fim de ano do ballet que na mesma hora ele colocava pra mim ensaiar meus passos no escritório dele.
quando chegou perto de escolher a música da formatura meu pai tinha chiliques diários. ficava me mostrando várias músicas e implorando pra eu colocar uma delas. atendi ao pedido, em parte. pra receber o diploma decepcionei papai, colocando foo fighters, mas pra ler o discurso de oradora eu pedi pra ele a música do fim do filme do The Doors. não, eu não coloquei a The Severed Garden, até porque o Jim Morrison falando junto comigo não ia ficar legal.
quando eu assisti ao filme pela primeira vez (foram umas 30, eu acho) eu me apaixonei pela melodia da The Severed Garden e fui cantarolar pro meu pai. e não é que ele conhecia? que isso pai? TU gosta de Doors? não. ufa! na verdade, a melodia é o Adagio in G minor do Albinoni tocada pela Filarmônica de Berlim e regida por Karajan. é uma coisa essa música. no geral é triste e até agoniante, mas bem na metade tem uma evolução lindíssima. essa música pra mim tem um ar de fim, de algo que acabou. é a música perfeita pra relembrar das épocas, dos fatos, das pessoas, de tudo que já passou. pode parecer mórbido, mas eu relaciono muito essa música com morte e quando penso na minha queria que esse adagio tocasse no meu enterro. podia ser um enterro tipo o do pai do cara do “tudo acontece em elizabeth town”. divertido e comovente. não seria uma má idéia.
não sei se eu já tinha postado sobre isso, até acho que já. mas eu gosto tanto desse adagio que quando achei no YouTube, tive que postar. e tá, eu sei que falar de morte é ruim, mas eu sempre penso na minha ![]()
Categorias: Uncategorized
Tagged: adágio, música, the doors