Semana passada estive em São Paulo participando da Compós. Como alguns disseram, fiz o meu debut no GT de Cibercultura, apresentando meu traballho sobre folksonomia. Pra quem não conhece a dinâmica do GT, funciona assim: dentre os textos enviados são selecionados dez. Cada participante tem vinte minutos para apresentar seu trabalho e logo depois é relatado por outro participante do GT. Os relatos são previamente trocados entre os participantes, para que uma réplica possa ser construída com calma e fundamentação (assim como o relato). Esse ano ficou combinado que não haveria tréplica, devido ao tempo de apresentação e discussão de cada trabalho.
No meu caso, quem me relatou foi a Fernanda Bruno, da UFRJ. Logo que li o relato fiquei aliviada (claro, néééamm hehehe) e muito contente
Fernanda fez considerações e questionamentos altamente relevantes para minha pesquisa, bem como outros participantes do GT que comentaram e questionaram partes do meu artigo. Posso dizer que, em termos de aproveitamento, com certeza a Compós é o congresso brasileiro onde mais se pode discutir e realmente voltar pra casa com quase outro artigo pronto na cabeça. Foi muito bom!
Destaco aqui os trabalhos que mais gostei: da Fernanda Bruno; da Sandra Montardo e da Liliane Passerino; da Maria Cristina Franco Ferraz; do Vinícius Pereira. Excelentes! Estão todos no site da Compós (é só acessar a biblioteca digitando parte do nome dos autores ou do título do texto).
Além das risadas com as amigas, uma sobremesa divina de churros e sorvete, a outra parte boa da ida à São Paulo, além da Compós, foi uma visita ao Google, a convite do André Pecini, que há três meses está trabalhando lá e, gentilmente, me convidou pra um almoço/tour pelos dois andares que a sede de São Paulo ocupa num prédio da Brigadeiro Faria Lima.
Sim, é a Disney dos Nerds! Fliperama e pembolim (totó) no refeitório, pufs coloridos gigantes nos lounges, TVs, impressoras com nome de jogadores de futebol, máquinas de café, comidas por tudo, salas com nome de lugares e brinquedos e estações de trabalho lotadas de quinquilharias nerds (acho que o que mais vi foi coisa de Star Wars). O lounge mais concorrido, obviamente, é aquele que tem os videogames (todos os consoles e controles, sim!), uma mesa de sinuca, um fliperama do Star Wars (claro) e coincidentemente uma geladeira da Red Bull. Eu conseguiria passar muitas horas nesse lounge, definitivamente heheheh J Óbvio que eu não poderia perder a chance de jogar um guitar hero no Google; assim já experimentei a guitarra do Xbox, com a qual nunca tinha jogado.
Na volta um pouco de stress em aeroporto, aquela falta de respeito com os consumidores, comum das companhias aéreas brasileiras (nos deixaram 50 minutos dentro do avião, parado na pista, quase nos matando de calor), mas nada que a chegada em casa não amenize. Passei o fim-de-semana trancada em casa, só matando a saudade do Tugo, comendo, estudando e jogando videogame… ô vida!



