revendo meus conceitos
Abril 3, 2008 · No Comments
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nada…nada…NADA pode ser maior!!!!
Março 29, 2008 · No Comments
tem gente que não é ligado em música e gente que até não gosta. e isso é fato, que me deixa perplexa. eu, como já disse várias vezes, não vivo sem música, tanto que aprendi a ler e estudar com e quando o som não está ligado tenho a sensação de que algo está errado. e quem não vive sem música, como eu, sabe bem do que eu estou falando.
os estilos são vários e assim, cada um curte a vida ao som do que bem entende e gosta (se bem que eu acho bem estranho alguém ter boas sensações ao som de axé, pagode e forró, mas, como dizem por aí, gosto é que nem … cada um tem o seu :P). no meu caso o instrumental sempre me impressionou mais. o piano me chamou a atenção desde muito pequena, talvez por adorar ir à casa da minha vó e ver ela tocar enlouquecidamente as sinfonias que eu ouvia nos vinis do meu pai. aí, quando fui apresentada ao ídolomordetodosostemposever Satriani, a minha vida mudou (que nem comercial de shampoo hehehe).
eu passo dias, às vezes até meses sem escutar uma música sequer dele, mas é só colocar umazinha que eu percebo o quanto é possível se emocionar com música. e música tem momento, música marca época, música lembra pessoas, lugares, mas o Satriani pra mim é atemporal, apessoal, aqualquercoisa. ele tem me acompanhado desde os 13 anos, e com exceção de uma ou duas músicas, posso dizer que a discografia do cara é limpa, sem marcas, sem traços. isso é bom? ruim? pode ser ruim se você não quer mais lembrar de um tempo, de alguém, de uma fase… mas é muito bom pelo simples fato de que qualquer música dele se encaixa perfeitamente em qualquer momento da minha vida. não tenho medo de colocar um cd dele e me sentir mal, como tenho com um cd do Roxette que eu escutava quando tinha uns 12 anos e passava mal porque lembrava do filme O Exorcista (não perguntem a relação).
hoje acordei pensando em Satriani, coloquei um cd pra me arrumar antes de sair e já bati a porta de casa pensando em acessar o site quando voltasse pra ver as novidades. chegando em casa tarde da noite…
o nome do cd já fez meus olhos brilharem na frente do computador:
Professor Satchafunkilus and the Musterion of Rock
como não gostar? a eleita melhormúsicamorthebestever do cd foi come on baby. melosa, ao contrário de hands up in the air, que me fez literalmente desmaiar no primeiro show dele que fui (não foi de tietagem, foi de calor mesmo) , mas perfeita e que, como diz o amigo Peter, que me apresentou o mestreídolomordetodosostemposever, “é daquelas que toca o cara” hehehe.
e é isso, a música me toca. algumas delas, claro. e se eu acreditasse em religião ou forças superiores eu juro que ajoelharia pra agradecer pela música existir. mas eu prefiro acreditar que isso foi, é e ainda vai ser obra de gênios. meu gênio? meu ídolo… Professor Satchafunkilus hehehe
meu iPod agradece ![]()
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meme - 3 coisas chatérrimas na blogosfera
Março 26, 2008 · 2 Comments
meme passado pela adri.
- spam, stalkers e pentelhos nos comentários. exemplo que mais me irrita: um infeliz que vai lá cria um blog, quer ser acessado e aí entra no seu blog pra comentar. faz elogios e diz “me linka que eu te linko”. obviamente ele não volta nunca mais no seu blog, só tá querendo ser linkado. algo tipo orkut “me add?”… aaaah que chatice!
- blogs sem feeds. (quando eu não usava RSS isso não era um problemas, mas depois…).
- blogs natalinos. não, não são aqueles que falam sobre o natal, ou então que têm layouts natalinos. são aqueles lotados de coisas. têm tanto anúncio, banner, links, etc. e tal que os posts são um mero detalhe, lá no fim da página, muitas vezes “rolada”.
tem mais várias chatices… lembrei dessas agora. depois coloco mais hehehe ![]()
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mc virulenta
Março 24, 2008 · 2 Comments
essa coisinha asquerosa é a imagem que mais aparece no Google, quando se procura em imagens por “rotavírus”. eu tive a infelicidade de pegar essa pereba nesse feriadão de páscoa que fui passar em Pelotas.
Rotavírus é um tipo de vírus da família Reoviridae, do gênero Rotavírus. São classificados sorologicamente em grupos, subgrupos e sorotipos. Até o momento, sete grupos foram identificados: A, B, C, D, E, F e G, sendo que os grupos A, B e C estão associados à doença no homem. O Rotavírus vêm sendo considerado em todo mundo o principal responsável por diarréia em crianças menores de 5 anos e tem sido a principal causa de surtos de diarréia em hospitais, berçários, creches e pré-escolas. Crianças prematuras ou com deficiência imunológica estão sujeitas à manifestação da doença com maior gravidade, podendo levar até a morte. Adultos também podem ser infectados, mas a doença tende a ser mais moderada, porém causando grande mal-estar. A criança ou adulto pode ser contaminado mais de uma vez devido à existência de mais de um sorotipo de rotavírus.
antes de mim, o safadinho já tinha se atracado no meu pai, na minha mãe, na minha irmã e no meu cunhado. só que quando cheguei lá, já estava todo mundo bem. sobrevivi saudável por dois dia. eis então que, dando uma volta de carro em busca do que fazer numa noite de sexta acabei decidindo, subitamente, voltar pra casa, já que comecei a me sentir estranha.
como se não bastasse Pelotas “possuir um leque de opções para divertimento noturno variadíssimo”, o buteco que eu queria ir fechou na sexta. porque? porque era sexta-feira santa e ninguém come carne. como assim ninguém? eu como! e quem não come também come outras coisas, toma cerveja, quer sair com os amigos… mas não. eles preferiram fechar, em nome de cristo, creio eu
enfim. fui pra casa meio estranha. ainda bem que fui! não deu dois minutos e eu já estava quase morrendo no banheiro. como não gosto de sofrer, não tenho saco pra esperar a coisa passar e não tinha nada de bom pra fazer em Pelotas, fiz meu pai me levar pro pronto-socorro da Unimed. ah, claro, me diverti muito mais lá! saí chapada de tanto soro. a enfermeira dizia “ai, vou abrir um pouco mais esse soro”… e eu “isso, querida, abre tudo!!! entope essa veia de soro porque senão eu vou sumir de tanto vomitar!!!”.
3 da manhã, papai e eu na avenida comprando remédios e logo voltando pra casa achando que o pior havia passado. 4h11 lá estou eu de novo urrando no banheiro porque náusea eu tinha de sobra, só que o que vomitar, putz… já tinha acabado há séculos. eu já não sabia mais o que acontecia na minha volta de tanto dramin, buscopan e plasil que me davam. às vezes eu acordava com meu pai ou minha mãe do lado perguntando como eu estava, mas eu não podia nem falar nem me mexer senão enjoava e vomitava tudo o que não tinha.
no domingo saí da cama. sem força nem pra ficar em pé. consegui voltar pra poa, mas ainda continuo enjoada e sem força pra nada. ainda bem que ainda não comecei a trabalhar. imagina o vexame chegar doente contaminando a até os computadores na minha volta?!
mas agora é sério: Adultos também podem ser infectados, mas a doença tende a ser mais moderada, porém causando grande mal-estar. A criança ou adulto pode ser contaminado mais de uma vez devido à existência de mais de um sorotipo de rotavírus.
grande mal-estar é apelido. eu achei que ia morrer ou então vomitar todos os órgãos que eu tenho dentro de mim. ser contaminada outra vez? já aviso, me levem pra Unimed e me dêem 10 tubinhos de soro iguais aos que tomei da última vez!!!!
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neurociências no Roda Viva II
Março 19, 2008 · No Comments
assisti ao programa, mesmo com uma dor de cabeça infernal que me acompanhou o dia inteiro. em alguns momentos eu virava de costas pra tv e fechava os olhos de tanta dor, mas tava com as antenas ligadas escutando tudinho que a Suzana Herculano-Houzel dizia hehehe.
gostei muito! só me irritei com as perguntas de uma senhora. um tanto inconvenientes. não vou dizer quem é e sei que isso é um saco pra quem lê o post, mas não quero tacar o pau na mulher já que não tenho fundamentos suficientes pra isso. como ela também não tinha, nas questões que fez pra Suzana. perguntava com um tom irônico e até agressivo e ficava com uma cara de c. com câimbra enquanto tomava uma lambada da Suzana, que já devia estar sem paciência com o nível daquelas perguntas. se ela tivesse lido um pouco mais sobre o assunto com certeza não teria feito aquelas perguntas. me pareceu aquele tipo de gente que vai a congressos assistir as apresentações dos trabalhos e fica, incessantemente, tentando destruir a pesquisa do vivente. mas não consegue, claro. porque não tem base científica suficiente pra questionar e porque não tem mais nada pra fazer a não ser criticar o esforço alheio.
gostei muito do debate em torno da questão da divulgação científica pro público leigo, da separação que existe entre academia e público, dos comentários sobre incentivos à pesquisa, das formas de escrita que muitas vezes dificultam o entendimento de assuntos complexos por pessoas leigas nos temas, da importância do papel do jornalista nesse tipo de texto, que obviamente implica em pesquisa, especialização e tal, mas o que mais me chamou a atenção e que achei pouco explorado foram questões mais específicas como a do aprendizado e da modificação dos neurônios e conexões que ocorrem com o crescimento.
outro ponto interessante foi quando questionaram se ela estava escrevendo coisas que pareciam auto-ajuda. foi uma pergunta cretina, com uma resposta simples e óbvia. ela escreve pros leigos e muitas vezes dá a impressão de que está querendo fazer auto-ajuda. como ela mesmo disse, ela traz as bases científicas, apresenta resultados, interpretações diferentes. auto-ajuda? se for com base científica… que seja, é o que há hehehehe
vou comprar os outros livros dela e explorar mais aquele site.
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mc: ex-desempregada
Março 18, 2008 · 9 Comments
no fim do ano passado, com o mestrado acabando eu já estava vendo a hora que teria que fazer minhas malinhas e voltar pra casa com o rabinho entre as pernas. não conseguia emprego de jeito nenhum.
num belo dia, com a irritação no nível máximo, comecei a navegar na web em busca de agências que talvez se interessassem pelo meu conhecimento em web e quisessem arriscar a contratar uma jornalista com mestrado, mas praticamente inexperiente no mercado. o resultado dessa navegação foi o envio de currículo para 17 agências. sabem quantas me responderam? sabem? sabem? 1! uma! umazinha só!
a resposta começava positiva. dizia que havia um grande interesse numa pessoa com o meu perfil, propunha um trabalho com web exatamente no formato que eu pensava executar se fosse contratada por alguma agência. poréééém, terminava dizendo que não era nada pro momento, mas algo pro futuro e que se eu estivesse disposta e livre quando isso se concretizasse, um novo contato seria feito.
e foi! semana passada recebi um e-mail, ontem fiz a entrevista e hoje sou uma ex-desempregada da fila do susssssss hehehehe
se vai dar certo? não sei. se eu vou gostar? acredito que sim, e muito. posso até me enganar, mas já era hora de eu aprender um pouco do mercado e botar em prática o que aprendi nesses seis anos de graduação/pós-graduação.
e como eu sempre digo: sou brasileira, e não desisto NUNCA
ps: a sorte do orkut tem me dado ME-DO! ontem era: você irá aproveitar uma oportunidade em breve ![]()
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neurociências no Roda Viva
Março 15, 2008 · No Comments
lendo o site dela fiquei bem interessada em adquirir Sexo, Drogas, Rock’n'Roll & Chocolate - O Cérebro e os Prazeres da Vida Cotidiana (2003) hehehehe ![]()
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conselho jedi
Março 13, 2008 · 2 Comments
todo mundo já está careca de conhecer o tal texto Sunscreen. eu só conheci, depois que o troço já era clichê, porque uma colega minha de faculdade colocou como música de formatura, a versão com narração do Pedro Bial. aquele fim de ano foi complicado, por mais que estivesse me formando e prestes a entrar no mestrado. lembro também que nessa mesma época, um grande amigo me deu um cd de presente, com a versão original e o vídeo. mesmo já conhecendo, foi algo que me tocou bastante, obviamente. desde então eu tenho esse vídeo comigo e ouço frequentemente. auto-ajuda? não sei. pode até ser, mas que me faz bem, faz
mas o post não é exatamente sobre o significado de Sunscreen. o vídeo abaixo foi postado há mais de um ano. e eu não tinha visto ainda!
a coincidência é: assim como eu conheci o texto original na época da minha formatura, o tema da nossa colação e convites foi Star Wars. eu sei que na web qualquer coisa pode virar um mash-up (até já escrevi um artigo sobre isso), mas… Star Wars + Sunscreen me fizeram ganhar o dia hehehe
ah, eu prefiro ouvir a versão traduzida, com a voz do Pedro Bial. a voz dele tem uma coisa que eu não sei explicar, não consigo enjoar da voz dele, mesmo ele sendo o apresentador do Big Bosta hehehe. a voz do outro cara, que narra em inglês, me lembra uma pessoa que se eu dissesse aqui quem é, cada vez que se vocês fossem escutar Sunscreen ao invés de pensar e repensar sobre tudo e todos iam é cair na gargalhada!! eu já controlei isso escutando mais a do Bial ![]()
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mini-consideração sobre o uso e a produção de ferramentas digitais
Março 12, 2008 · No Comments
esses dias, conversando com um amigo e ex-colega de faculdade falávamos sobre a importância de algumas agências de comunicação/publicidade perderem o medo da web e começarem a produzir campanhas online DE VERDADE e a realmente aprenderem a usar ferramentas de comunicação digital. discutíamos a necessidade de inovação, já que muitas ainda insistem em usar páginas ou blogs que mal gerenciados acabam não servindo pra nada ou então mandar spam por e-mail. sem desmerecer qualquer ferramenta digital eu acredito que a coisa é mesmo complicada. e não só pras agências. muitos dos próprios veículos de comunicação de massa ainda não aprenderam a lidar com os recursos da web, mas demonstram uma necessidade, até mesmo compulsiva, de estar na Rede. ótimo. já é um caminho, só que eu acho que pra isso é preciso gente especializada por trás.
tenho visto cases fantásticos e outros catastróficos. ja no caso de jornais e revistas (que não os especializados) a maioria é um caos. acho que além de abrir os olhos pros novos recursos, pras novas mídias, pros novos meios, seja lá como se queira chamar tudo isso, acho que é preciso abrir as portas pra gente que sabe o fundamento da coisa.
estou puxando sardinha pro meu lado? vendendo meu peixe? claro que sim. pois acredito que meu raciocínio é lógico. a multidisciplinaridade já faz parte da academia e acho que a “multiprofissionalidade” (lindíssimo termo inventado agora :P) também deveria povoar o mercado. já povoa em muitos casos, mas eu vejo uma espécie de preconceito com gente da academia. ah, se o cara não tem experiência prática, de que adianta colocar ele numa redação, numa agência? pra pesquisar!!! pra evitar erros que acontecem em material produzido por leigos no assunto. pra aperfeiçoar as peças, as matérias, pra dizer o que é válido ou não. pra dar consistência, foco, argumentos, direções e principalmente relevância. resumindo, pra servir de apoio, de background, de fundamentação!!
a web 2.0 não é a web da cooperação (não aguento mais esse chavão)? pois então, acho que essa cooperação deveria estender-se pro ambiente offline…
queria desenvolver mais o post, mas tá muito calor e tenho outras coisas pra encaminhar. acho que isso é uma discussão que muito tem a ver com o caminho que os meios de comuicação estão tomando e com a necessidade de avançarem, bem como a necessidade de até mesmo a academia avançar mais, andar mais rápido, já que tenho visto em ambos os campos (prático e teórico) a produção de coisas óbvias, errôneas e algo como que estagnadas. não sei… esse post ficou confuso até pra mim e eu acabei me perdendo no caminho hehehe, mas se eu me achar, volto pra explicar melhor ![]()
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Tagged: comunicação, ferramentas digitais, jornais, profissionais, revistas, web
yes, we can!!
Março 11, 2008 · 5 Comments
se o Barack Obama vai pras eleições eu não sei, mas que “yes, we can” aaaahhhh…
YES, WE CAN!!!!!
COMPÓS 17° Encontro Anual de Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação.
GT COMUNICAÇÃO E CIBERCULTURA
Maria Clara Jobst de Aquino (UFRGS)
O seu buscador lhe satisfaz? A folksonomia como alternativa de representação e recuperação de informação na web 2.0
ter perdido dias e dias ensolorados que eu podia ter ficado na praia com meus pais? aaaaaaaaaaah, vale, valeu a pena!!!
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Tagged: compos 2008


