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8 coisas que sonhamos fazer antes de morrer

Julho 17, 2008 · 3 Comentários

meme passado pela Adri:

regras:

1) Escrever uma lista com 8 coisas que sonhamos fazer antes de morrer;
2) Convidar 8 parceiros(as) de blogs amigos para responder também;
3) Comentar no blog de quem nos convidou;
4) Comentar no blog dos nossos(as) convidados(as), para que saibam da “intimação”;
5) Mencionar as regras.

Minhas 8 coisas:

1. ganhar a mega sena;
2. trabalhar na Nasa;
3. ter dinheiro pra comprar todos os gadgets que eu quiser;
4. morar numa casa com um super pátio e um super canil pra ter trocentos cachorros;
5. criar uma fórmula que permita comer coisas boas sem engordar e sem precisar fazer exercícios pra queimar calorias (ctrl c + ctrl v da adri);
6. aprender a tocar guitarra e piano e ter um piano lindíssimo ao lado de uma chaise longue mais linda ainda;
7. vencer um campeonato de guitar hero;
8. dar um beijo na boca do Satriani :P

Passo adiante para:
Pinta, Sandra, Reges, Gisele, Eric, LauraDaniRoberto.

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mc wandinha adams

Junho 26, 2008 · 5 Comentários

escureci o cabelo mais um pouco. resultado = wandinha adams.

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nada…nada…NADA pode ser maior!!!!

Março 29, 2008 · Não Há Comentários

tem gente que não é ligado em música e gente que até não gosta. e isso é fato, que me deixa perplexa. eu, como já disse várias vezes, não vivo sem música, tanto que aprendi a ler e estudar com e quando o som não está ligado tenho a sensação de que algo está errado.  e quem não vive sem música, como eu, sabe bem do que eu estou falando.

os estilos são vários e assim, cada um curte a vida ao som do que bem entende e gosta (se bem que eu acho bem estranho alguém ter boas sensações ao som de axé, pagode e forró, mas, como dizem por aí, gosto é que nem … cada um tem o seu :P). no meu caso o instrumental sempre me impressionou mais. o piano me chamou a atenção desde muito pequena, talvez por adorar ir à casa da minha vó e ver ela tocar enlouquecidamente as sinfonias que eu ouvia nos vinis do meu pai.  aí, quando fui apresentada ao ídolomordetodosostemposever Satriani, a minha vida mudou (que nem comercial de shampoo hehehe).

eu passo dias, às vezes até meses sem escutar uma música sequer dele, mas é só colocar umazinha que eu percebo o quanto é possível se emocionar com música. e música tem momento, música marca época, música lembra pessoas, lugares, mas o Satriani pra mim é atemporal, apessoal, aqualquercoisa. ele tem me acompanhado desde os 13 anos, e com exceção de uma ou duas músicas, posso dizer que a discografia do cara é limpa, sem marcas, sem traços. isso é bom? ruim? pode ser ruim se você não quer mais lembrar de um tempo, de alguém, de uma fase… mas é muito bom pelo simples fato de que qualquer música dele se encaixa perfeitamente em qualquer momento da minha vida. não tenho medo de colocar um cd dele e me sentir mal, como tenho com um cd do Roxette que eu escutava quando tinha uns 12 anos e passava mal porque lembrava do filme O Exorcista (não perguntem a relação).

hoje acordei pensando em Satriani, coloquei um cd pra me arrumar antes de sair e já bati a porta de casa pensando em acessar o site quando voltasse pra ver as novidades. chegando em casa tarde da noite…

albumcover.gif

o nome do cd já fez meus olhos brilharem na frente do computador:

Professor Satchafunkilus and the Musterion of Rock

como não gostar? a eleita melhormúsicamorthebestever do cd foi come on baby. melosa, ao contrário de hands up in the air, que me fez literalmente desmaiar no primeiro show  dele que fui (não foi de tietagem, foi de calor mesmo) , mas perfeita e que, como diz o amigo Peter, que me apresentou o mestreídolomordetodosostemposever, “é daquelas que toca o cara” hehehe.

e é isso, a música me toca.  algumas delas, claro. e  se eu acreditasse em religião ou forças superiores eu juro que ajoelharia pra agradecer pela música existir. mas eu prefiro acreditar que isso foi, é e ainda vai ser obra de gênios. meu gênio? meu ídolo… Professor Satchafunkilus hehehe

meu iPod agradece :)

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caminhando no lixo

Fevereiro 14, 2008 · 2 Comentários

amanhã faz dois anos que eu me mudei pra porto alegre. então, já tenho conhecimento de causa pra poder tocar nesse assunto. está ficando cada vez pior andar nas ruas da cidade baixa, que dirá nas do centro* (eu moro na fronteira entre os dois bairros)**. além da proliferação de mendigos por metro quadrado, que deve crescer ao cubo todos os dias, a quantidade de lixo na rua é absurda.

é chato o que eu vou dizer e podem até me chamar de fresca, mas a verdade é que eu prendo a respiração a cada 10 passos que eu dou. ou isso ou eu dou uma golfada no meio da rua, em cima do mendigo, do lixo ou de algum vivente que estiver passando do meu lado. assim como lixo a céu aberto, mendigos fedem, e isso não é preconceito, é fato. podem perguntar pra qualquer plantonista de hospital que a resposta vai ser unânime. e o pior que o cheiro é o mesmo, independente do mendigo. é triste isso. mas mais triste ainda é ver a coisa se agravando e ninguém fazendo nada pra, pelo menos, amenizar a situação.

aqui do lado do meu apartamento fica o viaduto artur rocha, que aparece em várias propagandas. o que não aparece nas propagandas são as pichações, a sujeira e a quantidade de mendigos que praticamente moram ali embaixo (sem contar os loucos que passam gritando histericamente as 4h da manhã). dessa forma, diversas ruas do centro e da cidade baixa, em que essas pessoas moram, estão cheias de cocô e xixi, de GENTE. se fosse de cachorro eu até entenderia, considerando a falta de educação de gente que sai pra passear e não cata os dejetos do seu animal de estimação ou então os pobres cachorros de rua. porém, ninguém faz absolutamente nada quanto a isso.

a impressão que eu tenho é de que está cada vez pior, o lixo nas ruas aumentando, os mendigos se proliferando e tudo sendo jogado as traças. eu me pergunto porque não tem isso em outros bairros? “ah, porque são bairros mais nobres, que possuem vigias nas ruas que se encarregam de enxotar os mendigos”.  na cidade baixa também tem vigias em algumas ruas e mesmo assim a mendigada continua atravessada nas calçadas e o lixo continua na rua, em sacos estraçalhados por essa gente que não tem o que comer nem o que vestir, ou então jogado na chão mesmo.

passear com um cachorro nessa zona é tarefa árdua. tu tem que ficar olhando pro bicho o tempo inteiro, pois tem que cuidar pra ele não pisar em dejetos humanos, não comer ossos de galinha soltos pela calçada ou então não acordar um mendigo. ah, fora que esses dias tive que me jogar, com cachorro e tudo, pra um canto da calçada porque tinha uma mulher gritando sandices, correndo, que nem uma louca e atropelando quem vinha pela calçada, com um carrinho de super com uma criança dentro.

no início eu gostava de morar aqui. depois fui percebendo o quão desorganizada e mal-cuidada esta zona está ficando. até a rua dos antiquários que era tão ajeitadinha, tá um lixo!

e isso também não é só culpa do governo que não cuida da área, mas dos próprios moradores. há alguns meses atrás colocaram um cartaz no mural do meu prédio pedindo para as pessoas pararem de jogar, pela janela, ovos e baldes de água nas pessoas que passam na calçada. o cartaz também dizia que o porteiro da noite havia sido agredido por pessoas que foram atingidas pela brincadeira dos animais que moram aqui. sem contar que qualquer cartaz que colocam no elevador é riscado (deve ser pelos mesmos imbecis que jogam coisas nas pessoas). se eles fazem isso dentro do próprio prédio, imagina o que não devem fazer na rua! eu queria ver se as paredes do apartamento deles são riscadas também. por fim, ainda no meu prédio, tem gente que pensa que corredor é calçada e que as faxineiras do prédio são escravas. tem três latões gigantes na garagem do prédio: um, pra lixo seco, outro pra lixo orgânico e outro pra jornais e revistas. alguns idiotas, que não devem saber ler, deixam sacos e mais sacos de lixo no corredor, acho que esperando que o pessoal do caminhão do lixo entre no prédio e passe em 17 andares pra recolher tudo.

é lamentável. é por essas e outras que eu quero me mudar pra um bairro mais calmo, pra um prédio menor e sim, com vigia na minha rua. porque se depender do serviço público de lmipeza e segurança da cidade eu tô lascada.

* vou falar desses dois bairros, mas sei que em outros existem os mesmos problemas.

**por pouco tempo, se o universo conspirar ao meu favor.

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feriadinho divertido

Fevereiro 4, 2008 · 3 Comentários

então que o felizardo do thiago pegou dois plantões de 24h no carnaval, um na sexta (saiu no sábado) outro no domingo (saiu hoje ao meio dia). como meus pais já voltaram da praia e eu não tinha nada pra fazer, resolvi me dar um carnaval de descanso. mentira! eu tinha um paper pra arrumar e um resumo pra escrever. mas eu fiquei procrastinando, jogando GH, caminhando com o tugo, fazendo unhas, vendo dvds, e hoje que tem o thiago em casa, até um amigo veio junto pra aproveitar o resto do carnaval, e cerveja rolando enquanto o GH bomba no segundo andar eu estou aqui empacada no resumo. que ótimo, não? sem contar que tá um baita dia e eu podia estar torrando no sol. cada vez que eu ouço o som de uma lata sendo aberta eu tenho vontade de morder o computador. porém, eu não teria essa vontade se tivesse um desses:

beer-server.jpg

vou acabar essa porcaria de uma vez, senão daqui a pouco me irrito e não mando resumo nem pra cacimbinhas!!

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o adagio

Fevereiro 2, 2008 · 4 Comentários

desde pequena convivi com música em casa. meu pai é louco por música erudita/clássica (tem uma coleção invejável de, acredito que, quase 1000 cds/vinis/cassetes) e além de escutar em casa sempre tinha trocentas fitas (hoje cds) no carro. minha ida pro colégio era sempre ao som de Dvorak, Mozart, Beethoven, Bach, Tchaikovsky e outros mais. ele ia regendo de casa até o colégio e eu escorregando pra baixo no banco morrendo de vergonha das pessoas na rua que deviam achar ele um louco balançando as mãos dentro do carro. mas eu gostava, e em casa sempre pedia pra ele colocar o vinil do Lago dos Cisnes. quando pequena também, eu fazia ballet e nas aulas lá estava eu de novo escutando esses caras todos. e eu tinha certeza que era só chegar em casa, assobiar a melodia da música que seria da coreografia de fim de ano do ballet que na mesma hora ele colocava pra mim ensaiar meus passos no escritório dele.

quando chegou perto de escolher a música da formatura meu pai tinha chiliques diários. ficava me mostrando várias músicas e implorando pra eu colocar uma delas. atendi ao pedido, em parte. pra receber o diploma decepcionei papai, colocando foo fighters, mas pra ler o discurso de oradora eu pedi pra ele a música do fim do filme do The Doors. não, eu não coloquei a The Severed Garden, até porque o Jim Morrison falando junto comigo não ia ficar legal. 

quando eu assisti ao filme pela primeira vez (foram umas 30, eu acho) eu me apaixonei pela melodia da The Severed Garden e fui cantarolar pro meu pai. e não é que ele conhecia? que isso pai? TU gosta de Doors? não. ufa! na verdade, a melodia é o Adagio in G minor do Albinoni tocada pela Filarmônica de Berlim e regida por Karajan. é uma coisa essa música. no geral é triste e até agoniante, mas bem na metade tem uma evolução lindíssima. essa música pra mim tem um ar de fim, de algo que acabou. é a música perfeita pra relembrar das épocas, dos fatos, das pessoas, de tudo que já passou. pode parecer mórbido, mas eu relaciono muito essa música com morte e quando penso na minha queria que esse adagio tocasse no meu enterro. podia ser um enterro tipo o do pai do cara do “tudo acontece em elizabeth town”. divertido e comovente. não seria uma má idéia.  

não sei se eu já tinha postado sobre isso, até acho que já. mas eu gosto tanto desse adagio que quando achei no YouTube, tive que postar. e tá, eu sei que falar de morte é ruim, mas eu sempre penso na minha :P

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a incoerência humana

Janeiro 10, 2008 · 3 Comentários

liguei pra um hotel de cachorro pra deixar o Tugo no sábado e eles me disseram que é preciso de uma noite-teste pra ver se o bicho vai latir ou não. se latir ele não é aceito.

qual o cachorro que longe dos donos, num lugar em que ele nunca esteve e com outros cachorro não vai latir?  talvez um cachorro mudo, por exemplo.

tá que nem a loja no uruguai que não vendia as roupas que estavam expostas na vitirine, mesmo que fossem as últimas peças de um modelo.

tô pensando em abrir um colégio onde os alunos que rodarem numa prova sejam imediatamente expulsos. ou então uma lavanderia onde quando me trouxerem roupas com manchas eu me recusarei a lavar.

mas o melhor é a pizza hut que fica na esquina da casa do thiago e cobra 5 reais pra entregar.

aaaaaaaaffffffff!

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big bosta

Janeiro 9, 2008 · 3 Comentários

começou mais um Big Brother Brasil, ou na linguagem dos blogs, Big Bosta Brasil. tava lendo lá na Gisele e resolvi escrever o que eu acho da grande bosta. não acho uma bosta. Casa do Artistas era pior. enfim, como a Gisele diz, é ruim, mas é bom. não sou como uma amiga minha que deixava de fazer qualquer coisa pra assistir, muito menos tenho o paper view, porém assisto pra tirar sarro.

pra mim o BBB antes de tudo é um show de simplorice. pra quem assistiu ontem o primeiro episódio me digam se não concordam comigo: os caras se conheceram de tarde, quando entraram na casa, já que na teoria não devem ter nenhum tipo de contato antes de entrar na casa. em menos de 12 horas já estavam se abraçando e chorando como se tivessem um laço social fortíssimo (by Granovetter). ah pára! vão ser simplórios assim no quinto dos infernos.

aquilo é um jogo e não me venham com essa de “o importante é competir” porque ninguém lá tá a fim de encarar um paredão. “ai, eu não sei quem indicar porque eu gosto de todo mundo” é uma das frases que mais me faz rir. cinismo tem limite e eu tenho certeza de que logo de cara já não se gosta de alguém lá dentro: seja pelo sotaque, pela aparência, pelo excesso de pêlos, pelo cheiro, pela opção sexual ou porque simplesmente não foi com a cara. início de BBB não tem graça porque todo mundo fica se abraçando, dizendo que se ama e que aquelas amizades serão eternas.

o bom é quando começa a formação dos “timinhos”, o que na minha opinião é complicado porque no final só um vai ganhar a bolada mor; mas enfim, durante a guerra sempre é bom ter aliados. aí é que começa o jogo e aí vem a frase chave: ” vou eliminar o fulano porque não tenho afinidade”. sem saber a popularidade uns dos outros fora da casa acredito que essa seja a melhor estratégia, e a mais sincera. se eu estivesse lá ia tentando eliminar todos os pulhas que eu não suportasse.

por fim, não posso me deter nesta procrastinação por muito tempo, o “se eu estivesse lá”, mencionado na frase anterior. a não ser que eu esteja morrendo de fome, mendigando na rua, eu JAMAIS toparia participar de um reality show desses. prefiro ir para “o aprendiz” do que ir ao BBB. eu não gostaria da fuxicação sobre minha vida, não tenho pretensões de ser uma atriz global, nem posar nua (até porque ninguém ia me convidar ahahahaha), na primeira festa eu ia tomar um trago fenomenal que a minha mãe não ia mais sair de casa de tanta vergonha e principalmente porque, com o meu curtíssimo pavio, no primeiro dia, o primeiro que fosse me dar um abraço e dizer que me ama eu ia cair na gargalhada e virar a Tina da casa. não, não é pra mim.

ah, ao mesmo tempo estava passando “as quebradeiras” na MTV. gostei bem mais do que do BBB. é um grupo de meninas que fica numa casa de praia curtindo as férias. não tem frescura: elas quebram o pau, tomam todas, pegam todos e ainda teve uma que fez xixi na rua no fim da festa, o namorado ligou tirando satisfação de porque ela tinha mostrado a “amiga” dela na TV e a guria nem se deu ao trabalho de ficar stressada. mandou o namorado passear no meio do programa. leve, descontraído e perfeito pra assistir no fim da noite quando só se consegue ter espamos com o controle remoto na mão :P

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natal gordinho

Dezembro 23, 2007 · 2 Comentários

isso é que é natal gordinho ;)

puc.jpg

unisinos.jpg

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piscinão de ramos

Dezembro 17, 2007 · 7 Comentários

os presentes de Natal já começaram a chegar. ganhei uma cadeira de praia lindíssima e adquirimos uma piscina de plástico. explico: ambas serão usadas em uma sacada. sei que não tenho mais idade pra piscina de plástico, mas já que férias por aqui ninguém vai ter, a piscina de plástico foi a solução ideal pra aguentar banhos de sol, durante os intervalos da labuta, num calor de 40 graus durante o verão em poa. e tem a vantagem de ser rasinha, caso o Tugo queira dar um mergulho ahahahaha :P

update canino: Tugo, que não tinha nenhum problema com carros, na última ida/volta de Pelotas deu show. vomitou duas vezes na ida e uma na volta. na segunda vomitada da ida ele ainda fez questão de esfregar a cara no vômito. nojeiras a parte, a carinha de enjoado, mesmo de dar dó, era impagável. mimoso!

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